Coordenação do GT 21 participa de palestra sobre pessoa negra na ciência durante encontro da SBPC

A professora doutora Eugenia Portela de Siqueira Marques, atual coordenadora do GT 21 da ANPEd, participou da 71ª Reunião Anual da SBPC, realizada na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande/MS, entre os dias 21 e 27 de julho de 2019.

Portela foi convidada a integrar mesas redondas e palestras, nas quais contribuiu em debates sobre políticas afirmativas, comissões de heteroidentificação e presença de mulheres negras na ciência. "O Brasil tem avançado nas políticas educacionais de promoção da igualdade racial, principalmente com a implantação das políticas afirmativas na educação superior e pós-graduação, contudo ainda há uma lacuna de desigualdades entre pessoas brancas e negras, resultado do mito da democracia racial e racismo institucional", afirma a pesquisadora. A presença do/as negro/as na ciência brasileira é um tema pouco discutido por pesquisadores e educadores, tanto nas universidades quanto nos demais setores da educação, ciência e tecnologia. "Há um racismo epistêmico na produção do conhecimento."

Conferência: 15 anos de Ações Afirmativas e os desafios para as ciências
(SBPC Afro e Indígena) 
Segunda-feira, 22/7/2019 - das 10h30 às 12h00
Conferencista: Frei David Raimundo dos Santos (UFMS)
Apresentador: Eugênia Portela de Siqueira Marques (GT21/UFGD/UFMS)

 

Mesa-Redonda: Atuação das bancas de verificação de autodeclaração nos IES brasileiros
(NEABI/UFMS) (SBPC Afro e Indígena)
Segunda-feira, 22/7/2019 - das 15h30 às 18h00
Coordenador: Lourival dos Santos (UFMS)
Palestrantes: Frei David Raimundo dos Santos (UFMS), Maria José de Jesus Alves Cordeiro (UEMS) e Eugênia Portela de Siqueira Marques (GT21/UFGD/UFMS)

 

Palestra: O/A negro/a na ciência
 

A dimensão educacional revela a grande desigualdade existente entre as mulheres, segundo sua cor ou raça: 23,5% das mulheres brancas têm ensino superior completo, um percentual 2,3 vezes maior que o de mulheres pretas ou pardas (10,4%) que concluíram esse nível de ensino. (IBGE 2018). 

Onde estão as cientistas negras?

A partir desta indagação a pesquisadora desenvolveu suas considerações e discutiu a invisibilidade da mulher negra na ciência, por meio da apresentação de alguns dados.

 

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