GT09 - Trabalho e Educação

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Apresentação

APRESENTAÇÃO do GT TRABALHO E EDUCAÇÃO

O GT Trabalho e Educação caracteriza-se como um fórum de discussão sobre as relações entre o mundo trabalho e a educação, enfocando temáticas como: trabalho na sua dimensão ontológica e nas suas formas históricas de trabalho escravo e trabalho alienado sob o capitalismo, formação profissional, formação sindical, reestruturação produtiva, organização e gestão do trabalho, trabalho e escolaridade, trabalho e educação básica, trabalho e educação nos movimentos sociais, trabalho docente, trabalho associado, dentre outras que tomam a relação entre o trabalho e a educação como eixo de análise. Os debates se realizam a partir da produção acadêmica de pesquisadores; esta, por sua vez, tem se baseado no referencial teórico-metodológico do materialismo histórico-dialético ou em outros que dialogam ou se confrontam com este referencial. Um eixo hegemônico do GT é compromisso ético-político com a superação das formas de exploração humana geradas pela produção e pela sociabilidade do capital. Valorizam-se, ainda, contribuições analíticas orientadas para temas emergentes no contexto das transformações do último século, tais como a sociedade de consumo, a comunicação, a subjetividade, a presença da imagem, o ideário pós-moderno.

Dados do Grupo
Coordenador:
Dante Henrique Moura / IFRN
E-mail do Coordenador:
dante.moura@ifrn.edu.br
Vice-coordenador:
Ramon de Oliveira / UFPE
Grupos de Pesquisa

NÚCLEO DE ESTUDOS, DOCUMENTAÇÃO E DADOS SOBRE TRABALHO E EDUCAÇÃO – NEDDATE
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE – UFF
Coordenadores: Lia Tiriba e José Luiz Cordeiro Antunes

Criado em 1985, pelos Profs. Drs. Gaudêncio Frigotto e Maria Ciavatta, tem como finalidade a realização de estudos, pesquisas, extensão e a manutenção de um acervo de documentação e dados na área de Trabalho e Educação, articulando Graduação e Pós-graduação da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense e outras unidades educacionais da UFF.
Conforme enfatiza a linha editorial da Revista Trabalho Necessário (ISSN 1808-799X), criada pelo Neddate em 2003, e que se encontra em seu 18º número, ao contrário dos referenciais idealistas, empiricistas, estrutural-funcionalistas e pós-estruturalistas que, de diferentes formas, analisam o modo de produção capitalista, elegemos o materialismo históricodialéticocomo referencial teórico-metodológico que permite a compreensão das diferentes mediações que constituem as relações entre o mundo do trabalho e a educação (http://www.uff.br/trabalhonecessario).
Os pesquisadores se organizam em duas linhas de pesquisa, integradas ao Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal Fluminense (Mestrado e Doutorado), a saber: I) Reconstrução histórica da relação trabalho e educação e II) O mundo do trabalho e a formação humana. São várias as temáticas abordadas pelos professores/orientadores e seus respectivos orientandos, tanto da pós-graduação como do Curso de Graduação em Pedagogia, e em alguns casos de outras licenciaturas. São elas: Crises do capital e do trabalho; Economia (in)formal, estratégias de trabalho e de sobrevivência; Economia popular, economia popular solidária e educação; Centros de memória da relação trabalho e educação; História e historiografia em trabalho e educação; Movimentos sociais, trabalho e educação; Políticas de ensino médio e educação profissional, técnica e tecnológica; Políticas de educação de jovens e adultos trabalhadores; Políticas de educação e política de ciência, tecnologia e inovação;Políticas de educação superior, blocos econômico-regionais e internacionalização do conhecimento; O mundo do trabalho em imagens e fotografia como fonte histórica; Organismos internacionais, educação e trabalho docente; Organismos supranacionais, desenvolvimento e educação; Processos de trabalho e educação de trabalhadores/as; Produção associada, autogestão e culturas do trabalho; Trabalho docente e políticas de avaliação; Trabalho, educação e cultura;- Trabalho, educação e saúde; Trabalho, educação e desenvolvimento; Trabalho, classes sociais e relações étnico-raciais; Trabalho e juventude; Trabalho infanto-juvenil.
O Núcleo abriga dois Grupos de Pesquisa certificados pelo CNPq: Trabalho e Educação, desde 1985, e o Grupo THESE – Projetos Integrados de Pesquisas em Trabalho, História Educação e Saúde, desde 2012. Este último é constituído por docentes, pesquisadores, orientadores e bolsistas dos Programas de Pós-Graduação em Educação (UFF), em Políticas Públicas e Formação Humana (UERJ) e em Educação Profissional em Saúde (EPSJV-Fiocruz). Desde 2013, junto com o Grupo THESE, o NEDDATE participa da pesquisa “Ofertas formativas e características regionais: a educação básica de nível médio no Estado do Rio de Janeiro”, coordenado por Gaudêncio Frigotto, com financiamento da FAPERJ.

NÚCLEO DE ESTUDOS SOBRE TRABALHO E EDUCAÇÃO (NETE)
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS – FACULDADE DE EDUCAÇÃO (UFMG/FAE)
Coordenadores:Pablo Luiz de Oliveira Lima e Hormindo Pereira de Souza Júnior

O Núcleo de Estudos sobre Trabalho & Educação foi criado em junho de 1995 e constitui-se como uma instância de congregação de atividades interdisciplinares de ensino, pesquisa e extensão da Faculdade de Educação da UFMG nucleadas pelo tema Trabalho e Educação. O NETE tem se consolidado como importante referência na área de estudos sobre trabalho e educação, tanto internamente à UFMG quanto em âmbito nacional. As atividades implementadas pelo NETE têm buscado a colaboração das demais unidades da UFMG e de pesquisadores externos que trabalham com temáticas similares. Os pesquisadores do NETE se dedicam à divulgação teórica, à formação acadêmica e à socialização de conhecimentos relativos a esse campo de estudos; buscam articular os conteúdos das disciplinas da graduação e da pós-graduação com as suas atividades de pesquisa e extensão e socializar conhecimentos produzidos através de publicações.
O NETE publica a Revista TRABALHO & EDUCAÇÃO. Periódico quadrimestral, publicado por docentes e pesquisadores que atuam no núcleo, no Programa de Pós-Graduação da FaE - Faculdade de Educação e em outros setores da UFMG. A iniciativa de publicação parte da premissa de que a revista contribua para a formação acadêmica dos docentes e pesquisadores da área da educação por meio da divulgação e da socialização de conhecimentos relativos ao campo de pesquisa em Trabalho e Educação (http://www.portal.fae.ufmg.br/seer/index.php/trabedu/index).
Também se organiza no interior do NETE, o Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Marx, Trabalho e Educação GEPMTE. O principal objetivo deste grupo consiste no estudo e aprofundamento da obra teórica fundada pelo pensador alemão Karl Marx. Desenvolve estudos e pesquisas no campo de confluência entre trabalho e educação na perspectiva da Ontologia do Ser Social de fundamentação marxiana. Tem sob sua responsabilidade o desenvolvimento de estudos e pesquisas em andamento e já realizadas em duas linhas principais: Trabalho e Educação: Ontologia do Ser Social e Formação Humana e Trabalho e Educação: formação profissional técnica e tecnológica dos trabalhadores na perspectiva da Ontologia do Ser Social.
As demais temáticas de pesquisas em andamento e já realizadas pelos membros do NETE, podem ainda ser agrupadas nas seguintes linhas de pesquisa: Socialismo e Educação; Trabalho e Políticas Públicas; Trabalho, Subjetividade e Formação Humana; Trabalho, Tecnologia e Educação. Todas as linhas de pesquisa são registradas no Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil – LATTES/CNPq.
O NETE é também o organizador de dois eventos de caráter nacional e internacional na área: O Simpósio Internacional sobre Trabalho e Educação e os Diálogos sobre Trabalho, Socialismo e Educação. Ambos já com vários encontros realizados.

GRUPO DE ESTUDOS SOBRE POLÍTICA EDUCACIONAL E TRABALHO – GEPETO
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Coordenadoras: Olinda Evangelista e Eneida Oto Shiroma

O Grupo de Estudos sobre Política Educacional e Trabalho (GEPETO), criado em 1995 no Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), congrega professores e alunos do Centro de Ciências da Educação (CED) e de outras instituições de ensino superior(IES) (UDESC, IFSC, UEPA), assim como profissionais das redes públicas de ensino estadual ou municipais. A maioria dos pós-graduandos é da Região Sul, alguns de MG, PA, AM, BA e outros de Timor-Leste e Moçambique. O GEPETO recebe docentes para pós-doutorado ou professor visitante. O intercâmbio com IES estrangeiras – projetos e publicações – ampliou-se com estágios pós-doutorais e doutorado sanduíche na Inglaterra, França, Portugal, Espanha, Finlândia. Participamos de projetos interinstitucionais, com pesquisadores da UFMS, Unicamp, UEL, UFSCar e UFSC no âmbito do projeto Observatório da Educação Especial, e internacionais com o grupo Kupoli da Universidade de Helsinque.
Nossos estudos abrangem políticas educacionais para a Educação Básica (EB) e Ensino Superior e suas modalidades (educação especial, educação profissional, educação indígena, educação a distância). Trabalhamos com o materialismo histórico como referencial teórico-metodológico e a análise de documentos oficiais, nacionais e internacionais, em especial de organizações multilaterais – Banco Mundial, OCDE, UNESCO, CEPAL, PREAL – para investigar seus desdobramentos sobre a escola e o docente.
Em 2014, temos 28 projetos de pesquisa em andamento, agrupados em três blocos. O primeiro, Trabalho, Capital, Estado e Educação, problematiza a “educação a serviço do Capital” para combate à pobreza, as estratégias de controle social e as relações entre jovens, escola e emprego no âmbito da flexibilização das relações de trabalho. O segundo investiga Ações, Programas e Políticas para a Educação Básica e o Ensino Superior para conhecer suas repercussões sobre a escola e o trabalho docente. No terceiro bloco, Trabalho e Políticas Docentes: Formação, Carreira e Remuneração, estudamos “Redes regionais de políticas públicas e governança da educação”, formação de professores, BM, Unesco, formação de professores em nível superior, presencial e via EaD. Nossas pesquisas priorizam a análise das relações sociais de produção, reconfigurações da relação capital-trabalho e compreensão dos determinantes das políticas educacionais contemporâneas. Coletivamente temos desenvolvido metodologias: análise conceitual de documentos; análise de redes sociais para pesquisar políticas públicas e governança; análise de micro dados do INEP feita pelo Observatório da Educação Especial; e construção de mapas anamórficos. Nossas publicações estão disponíveis do site <www.gepeto.ced.ufsc.br>

GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS SOBRE EDUCAÇÃO E DIFERENCIAÇÃO SOCIOCULTURAL – GEPEDISC
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP
Coordenação: Olga de Moraes Rodrigues von Simson e Aparecida Neri de Souza -

O Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Educação e Diferenciação Sociocultural (GEPEDISC) foi criado em 1995, na Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), pelos professores do Departamento de Ciências Sociais Aplicadas à Educação (DECISAE), atual Departamento de Ciências na Educação (DECISE). Desde sua origem, as pesquisas no GEPEDISC são desenvolvidas considerando a intersecção da Educação com as Ciências Sociais Atualmente, há duas linhas de pesquisa principais no GEPEDISC: (1) Trabalho e Educação e (2) Sociedade, cultura, política e educação.
A linha de pesquisa Trabalho e Educação tem como objetivo estudos e pesquisas que analisam a relação entre o trabalho e educação, tendo como referencial teórico as ciências sociais. Constituem seus principais objetos de estudo as relações entre o trabalho e a educação nas suas múltiplas dimensões: as políticas públicas relacionadas ao trabalho e à educação; a divisão social e internacional do trabalho; o mercado de trabalho e sua dinâmica; a organização, a gestão e as condições de trabalho, bem como as características do emprego; ações formativas ocorridas em espaços escolares e não escolares; as profissões e ocupações; movimentos sociais, trabalho e educação; o (as) trabalhadores (as); as relações de classe, gênero, etnia e geração. A segunda linha de pesquisa - Sociedade, cultura, política e educação - estuda as diferenças socioculturais, principalmente as de classe, etnia, idade e gênero e suas relações com os processos educacionais formais e não formais. Produz conhecimento a respeito das seguintes temáticas: infância, juventude, etnia e etnicidade, migrações, relações de gênero e movimentos sociais.
Os docentes, pesquisadores do GEPEDISC, participam do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) – mestrado e doutorado –, da Unicamp, trabalhando na orientação, em disciplinas e seminários, assim como na graduação em Pedagogia e Licenciaturas. Página do Grupo: www.fe.unicamp.br/gepedisc/.

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM EDUCAÇÃO E TRABALHO – NEPET
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
Coordenadora: Olgamir Francisco de Carvalho
Criado no ano 2000, o Núcleo de Estudos e Pesquisas em Educação e Trabalho – NEPET, desde sua criação, teve papel catalisador dessa temática no âmbito do ensino, da pesquisa e da extensão, tanto em nível da graduação quanto na pós-graduação, assumindo, um caráter inter e multidisciplinar, dialogando com outras disciplinas no âmbito da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília e com outras instituições. O Núcleo congrega professores de dois departamentos da FE, de Teoria e Fundamentos e de Planejamento e Administração, além de professores ligados a outras instituições, dentre elas, Faculdade de Artes Dulcina de Moraes-DF e a Universidade Federal de Goiás. Um dos estimuladores do núcleo foi a participação individual ou coletiva dos membros nas pesquisas sobre a avaliação dos cursos de qualificação profissional no âmbito do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE e no âmbito do Ministério da Educação - MEC.
No nível da Pós–Graduação a nossa inserção se deu no âmbito da área de concentração de Políticas Públicas e Gestão da Educação, do mestrado e doutorado acadêmicos. A nossa participação ensejou de imediato, a criação da disciplina Educação e Trabalho a partir da qual aglutinávamos os alunos interessados nessa temática. No que tange à pesquisa, desde o início começaram a ser desenvolvidas dissertações sobre os temas relativos à política pública, no âmbito da educação profissional e suas repercussões no âmbito do currículo e do Mundo do Trabalho. No ano de 2006, com o grupo já consolidado, foi criada a linha de pesquisa sobre Política Pública e Gestão da Educação Profissional e Tecnológica.

GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS SOBRE TABALHO E EDUCAÇÃO – GEPTE
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ (UFPA)
Coordenadores: Prof. Dr. Ronaldo Marcos de Lima Araujo (ICED/UFPA); Prof. Dr. Gilmar Pereira da Silva (CUNTINS/UFPA); Prof. Dr. Doriedson S. Rodrigues (CUNTINS/UFPA); Profa. Dra. Elinilze Guedes Teodoro (IFPA); Profa. Dra. Maria Auxiliadora Maués (UEPA)
O Grupo de Estudos e Pesquisa sobre Trabalho e Educação – GEPTE, do Instituto de Ciências da Educação - ICED, da Universidade Federal do Pará – UFPA iniciou suas atividades em 2001 e desde então vem desenvolvendo pesquisas e discussões relativas à área de Trabalho e Educação.
Ao longo dos anos as temáticas mais frequentes que o grupo vem discutindo estão relacionados ao Ensino Médio, Ensino Médio Integrado, Educação Profissional, Ensino Médio Inovador, Práticas Pedagógicas, Trabalho Infantil, Trabalho Infantil e Doméstico, Movimentos Sociais, entre outras temáticas próprias da área.
Atualmente ao Grupo encontram-se vinculados 05 pesquisadores de diferentes unidades da Universidade Federal do Pará e de outras instituições (Universidade do Estado do Pará - UEPA e Instituto Federal do Pará - IFPA), mantendo núcleos na UFPA no Campus Belém e Cametá, na UEPA e no IFPA. São eles:
Também estão em execução no GEPTE dois projetos de extensão e um de ensino, são eles: No âmbito da extensão, são os seguintes os projetos: 1) LIFE – Laboratórios Interdisciplinares de Formação de Educadores. Laboratório em Rede de Políticas e Práticas de Formação do Trabalhador – Escola do Trabalho, que tem como foco as práticas pedagógicas contra – hegemônicas. A “Escola do Trabalho” é um laboratório de formação com o qual o GEPTE se propôs a organizar uma agenda de formação em torno das práticas pedagógicas experimentadas no ensino médio, sob a referência do ensino médio integrado. 2) Programa de Formação de Professores do Ensino Médio do Pará. Ação articulada ao “Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio”, criado pelo Ministério da Educação, promove a formação continuada de professores e coordenadores pedagógicos do Ensino Médio da rede pública estadual de ensino, em áreas urbanas e rurais, tendo como referência o conceito de formação humana integral.
No campo do ensino, o grupo desenvolve o “Projeto de Valorização e Qualificação para a Implementação do Ensino Médio Integrado e Ensino Médio Inovador do Pará”. Este projeto busca qualificar os licenciandos em Pedagogia da Universidade Federal do Pará para atuarem no ensino técnico, em particular nas Escolas Tecnológicas da Rede Estadual do Estado do Pará e em escolas vinculadas ao Programa Ensino Médio Inovador, sediadas na Região Metropolitana de Belém.
Articulações institucionais. O GEPTE mantém o diálogo institucional como estratégia para seu fortalecimento. Atualmente mantém vínculo com os Grupos de Pesquisa Qualificação Profissional e Relações entre Trabalho e Educação – GPQPRTE/UFPE e o Núcleo de Estudos sobre Trabalho e Educação – NETE/UFMG, por meio do projeto “Práticas Formativas da Juventude Trabalhadora no Ensino Médio Integrado”, financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES. Esse projeto insere-se no Programa Observatório da Educação (OBEDUC/CAPES).
O GEPTE realiza eventos regulares como Seminário de Trabalho e Educação e o Simpósio de Pesquisa em Trabalho e Educação (em cooperação com a UFPE).

Laboratório de estudos do trabalho e qualificação profissional – LABOR
Programa de Pós-Graduação em Educação - Universidade Federal do Ceará (UFC)
Coordenador: Prof. Dr. Enéas de Araújo Arrais Neto – UFC Vice-Líder: Prof. Dra. Elenilce Gomes de Oliveira - UFC/IFCe
O LABOR iniciou suas atividades em 2002, desde então faz parte do Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil, com certificação do CNPQ. Atualmente se configura como espaço institucionalizado de desenvolvimento das atividades de pesquisa, extensão e orientação voltadas para temas vinculados, direta ou indiretamente, ao mundo do trabalho e à qualificação profissional.
Nesse sentido, realiza estudos e pesquisas no âmbito do Trabalho e da Educação no Brasil, na perspectiva de formar novos pesquisadores e docentes de nível superior. Para tanto realiza analise teórico e prática dos processos produtivos nacional e regional articulados ao quadro econômico e político internacional, com os quais se articulam as políticas de C&T e de Educação, as transformações tecnológicas e organizacionais da produção capitalista e seus impactos sobre os processos de formação e qualificação profissional dos trabalhadores. Além dessas questões de ordem estrutural, estudamos as consequências e interinfluências dessas transformações na constituição subjetiva dos trabalhadores. O desenvolvimento de estudos teóricos do Marxismo, incorporando suas vertentes mais influentes nas últimas décadas no Marxismo Ocidental (Teoria Crítica-E.Frankfurt, Gramsci, Lukacs, Kosic, Merleau-Ponty, inter alii) também se configura como um dos focos de atuação do laboratório, que assume uma perspectiva interdisciplinar e plural da Dialética.
As publicações dessas pesquisas se dão através de eventos científicos nacionais e internacionais, bem como através da Revista Labor (www.revistalabor.ufc.br), publicação científica editada pelo Grupo. O LABOR publica ainda a Coleção LABOR, que lançou já mais de uma dezena de títulos, entre livros e coletâneas acadêmicas nas temáticas: Crise do Capital e Reestruturação Produtiva; perspectivas dialéticas para as Ciências Humanas e Sociais; políticas para a Educação; trabalho e Qualificação Profissional; Subjetividade e Trabalho; Formação Docente. Destacamos que as coletâneas e os livros científicos impressos são publicados em parceria com a Editora da UFC.

TRABALHO, EDUCAÇÃO E MOVIMENTOS SOCIAIS – TRAMSE
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL – UFRGS
Coordenadora: Marlene Ribeiro

O TRAMSE criado em 2002, além de um Grupo de Pesquisa inserido no Diretório de Grupos do CNPq, é uma Linha de Pesquisa no PPGEDU e um Núcleo que articula ensino, pesquisa e extensão.
No âmbito dos trabalhos atuais, são contempladas, principalmente, as seguintes temáticas: 1) formação, orientação e pesquisa com movimentos sociais: a CONTAG, a Via Campesina, a FETAG/RS, a ENFF, e quilombolas articulados às experiências pedagógicas de trabalho-educação; 2) pesquisa sobre Aprendizado em redes articulado à Universidad de La República, à Universidad Nacional de Rosário e Universidad de Buenos Aires, incluindo, ainda, o Comitê Processos Associativos e Cooperativos da Associação das Universidades do Grande Montevideo; 3) Observatório do Trabalho e das Políticas de Proteção ao Infantojuvenil (2014-2016); 4) Saberes e Trabalho, EJA e os Mundos do Trabalho, Trabalho Associado; 5) “Trabalho, educação e produção associada Fios do “econômico” e do “cultural” na tessitura de relações sociais não capitalistas”; 6) Programa ensino médio inovador – avaliação da implementação de projetos para o ensino médio: o caso do instituto Unibanco em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul e o caso do ensino médio politécnico no RS.; 7) múltiplas interfases entre educação e envelhecimento, envolvendo os processos educativos formais, não-formais e informais de pessoas no seu processo de envelhecimento, quanto os processos educativos a respeito do próprio envelhecimento.

GRUPO DE PESQUISA: COMUNICAÇÃO, TRABALHO E EDUCAÇÃO – COMUTE
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA (UDESC)
Coordenadora: Elisa Maria Quartiero –UDESC e Mariléia Maria da Silva (Vice-líder) – UDESC

Fundado em 2002, o COMUTE contempla, principalmente, as seguintes temáticas: As transformações no mundo do trabalho; As perspectivas filosóficas, conceituais e históricas do estudo da comunicação; As tecnologias de informação e de comunicação na educação; Mídia e educação; Meios de comunicação e a formação de professores; Comunicação, cultura e suas implicações para os processos de ensino e de aprendizagem; Novos contextos da educação escolar; Educação a distância; Trabalho, educação e tecnologia

NÚCLEO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO – NUPED (http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/3178141759361736)
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE
Coordenador: Dante Henrique Moura
O NUPED foi fundado em abril de 2004, com atuação em três linhas de pesquisa: Formação Docente; Currículo; e Gestão e Avaliação. Apesar da denominação ampla, o eixo norteador dos estudos e pesquisas foi sempre o campo da educação profissional e suas interfaces com a educação básica, com fundamentação na perspectiva sócio-histórico-crítica. Em maio de 2007, acrescentou-se a quarta linha de pesquisa, denominada Educação de Jovens e Adultos Integrada à Educação Profissional. Em 2010, essas linhas foram reagrupadas e passaram a denominar-se: Formação Docente e Práticas Pedagógicas, Políticas e Práxis em Educação Profissional e Educação de Jovens e Adultos Integrada à Educação Profissional.
Foi no âmbito do NUPED que se elaborou e submeteu à CAPES o projeto de criação do Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional do IFRN (PPGEP), no período de 2008 a 2012 (o projeto foi aprovado em 2012 e as atividades acadêmicas iniciadas em agosto de 2013). Nesse contexto, em 2011 o NUPED realizou o I Colóquio Nacional A Produção do Conhecimento em Educação Profissional, evento que fez parte do processo de elaboração da proposta do PPGEP. Em 2013, foi realizado pelo PPGEP com participação ativa do NUPED, o II Colóquio, evento que se constituiu no marco de início das atividades desse Programa.
Atualmente, quatro pesquisas estão sendo desenvolvidas no âmbito do NUPED, sendo três com financiamento externo e uma financiada pela própria Instituição. A primeira intitula-se “Ensino médio: políticas, trabalho docente e práticas educativas nas múltiplas formas da etapa final da educação básica”, iniciada em 2013 e com conclusão prevista para 2016, objetiva analisar os programas educacionais específicos do ensino médio e a diversidade da oferta dessa etapa educacional, assim as condições de trabalho e a formação dos docentes que nela atuam, tendo como campo empírico escolas públicas do RN. A pesquisa se propõe a investigar a existência de relações entre as concepções e as práticas formativas das distintas ofertas do ensino médio e a perspectiva da formação humana integral.
Outra pesquisa em desenvolvimento atualmente denomina-se “As Licenciaturas oferecidas pelos Institutos Federais e o Ensino Médio Integrado à Educação Profissional: buscando nexos”. Foi iniciada em 2013 e tem conclusão prevista para 2016. Nela, busca-se analisar os cursos de Licenciatura em Matemática, em Química, em Letras e em Geografia ofertados pelos institutos federais da região Nordeste, no que se refere às concepções de educação, de trabalho, de ciência, de tecnologia e de cultura que fundamentam seus currículos e os conhecimentos que os integralizam, considerando a capacidade de esses cursos habilitarem os futuros docentes para atuação no Ensino Médio Integrado, regular e EJA, na perspectiva da formação humana integral.
A pesquisa “Especialização PROEJA-IFRN (2006-2009): contribuições para a formação e prática profissional dos egressos”, tem como objeto as contribuições dos Cursos de Pós-Graduação lato sensu em Educação Profissional Integrada à Educação Básica na Modalidade Educação de Jovens e Adultos (Proeja) ofertados pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte - IFRN, durante o período de 2006 a 2009, nos campi Natal Central, Currais Novos e Mossoró. A investigação objetiva refletir sobre a função social e pedagógica da formação oportunizada por cursos de especialização dessa natureza e as contribuições que trazem para a área de conhecimento e atuação dos profissionais da educação profissional integrada à educação permanente de pessoas jovens e adultas. Finalmente, a pesquisa que se denomina “O campo da Educação Profissional e a produção e difusão do conhecimento”, iniciada em 2014 e prevista para se concluída em 2015 foi recentemente aprovada em Edital interno de fomento aos grupos de pesquisa do IFRN. Neste projeto de pesquisa objetiva-se estudar a configuração do campo da Educação Profissional no Brasil, partindo-se da hipótese de que a produção do conhecimento no campo se confunde com o histórico da Educação Profissional no Brasil e com a busca pela compreensão da dualidade estrutural concernente a esse tipo de educação. Como resultado, espera-se Constituir e disponibilizar para consulta um banco de dados acerca da produção científica no campo da Educação Profissional; Escrever e publicar os resultados da pesquisa em eventos e revistas da área de Educação; Proporcionar um diagnóstico da produção científica do campo da Educação Profissional no Brasil.
Ao longo desses dez anos, os pesquisadores do NUPED realizaram cerca de três centenas de publicações, distribuídas entre artigos e resumos em periódicos e em anais de congressos, capítulos de livros e capítulos de livros, além de organização de livros e relatórios de pesquisa. Os pesquisadores do NUPED concluíram mais de uma centena de orientações – a grande maioria na esfera da educação profissional e da formação de professores -, distribuídas dentre monografias de graduação, de especialização, uma co-orientação e duas dissertações de mestrado. Atualmente, os pesquisadores do NUPED estão orientando trinta dissertações de mestrado.

Grupo de Estudos e Pesquisas em Trabalho, Educação e Tecnologia – GETET
Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR
Coordenador: Domingos Leite Lima Filho

O GETET foi criado em 2005, a partir da confluência de temáticas de pesquisa e objetos de estudo comuns de pesquisadores da Linha de Pesquisa Tecnologia e Trabalho, do Programa de Pós-Graduação em Tecnologia e Sociedade, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná - PPGTE/UTFPR. O PPGTE é cadastrado no Comitê Interdisciplinar da CAPES, na Câmara Temática de Humanidades e Ciências Sociais deste comitê. O principal referencial teórico-metodológico que dá unidade aos pesquisadores deste programa é a premissa da indissociabilidade entre relações sociais e tecnologia, considerando-se na produção e reprodução social desta última as dimensões de sua concepção, objetivação, implementação, uso e apropriação social.
A partir de distintos objetos, com enfoque multidisciplinar tendo a interdisciplinaridade como pressuposto e desafio em construção, o GETET vem se dedicando ao estudo das relações entre as categorias trabalho, educação e tecnologia em diferentes espaços da vida social, em particular, no entorno das instituições educacionais e nos ambientes da produção. Tem-se como referência de análise o trabalho em sua dupla dimensão, ontológica e histórica. Na primeira, o trabalho é processo coletivo no qual o ser coletivo no qual o ser social produz as condições gerais da existência humana, sendo fonte de produção de conhecimentos e saberes, portanto, principio educativo. Na segunda, o trabalho em sua forma histórica é associado aos diversos modos de produção e, sob as relações capitalistas de produção, apresenta-se de forma degradada e alienada. Considera-se que a educação, tendo o trabalho como princípio educativo, é processo de humanização e socialização e, ao mesmo tempo, de qualificação para o trabalho, mediante a apropriação e construção de saberes e conhecimentos, de ciência e cultura, de técnicas e tecnologia. O desenvolvimento científico e tecnológico é compreendido como desenvolvimento da ciência do trabalho produtivo, isto é, processo de apropriação contínua de saberes e práticas pelo ser social no devir histórico da humanidade.
Portanto, são esses os referenciais que têm orientado os trabalhos do GETET no estudo e pesquisa das múltiplas e diferenciadas relações que se estabelecem entre as categorias trabalho, educação e tecnologia, buscando apresentar e analisar vínculos, aproximações e distanciamentos que intermedeiam estas categorias quando refletidas principalmente em políticas públicas dirigidas à escolarização básica e à formação técnico-profissional de adolescentes, jovens e adultos trabalhadores na realidade brasileira, tanto nos espaços escolares quanto nos locais de trabalho.

GRUPO THESE - PROJETOS INTEGRADOS DE PESQUISAS EM TRABALHO, HISTÓRIA, EDUCAÇÃO E SAÚDE.
Universidade Federal Fluminense (UFF); Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ); Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)

Coordenadores: Maria Ciavatta e Zuleide Silveira (UFF); Gaudêncio Frigotto e Eveline Algebaile (UERJ); Marise Ramos e Julio Lima (FIOCRUZ).

O grupo THESE – Projetos Integrados de Pesquisas em Trabalho, História Educação e Saúde estuda as relações sociais entre trabalho, história, educação e saúde, através de suas múltiplas mediações e de uma concepção histórico-social da realidade. É constituído por docentes, pesquisadores, orientandos e bolsistas dos Programas de Pós-graduação em Educação (UFF), em Políticas Públicas e Formação Humana (UERJ), em Serviço Social (UERJ) e em Educação Profissional em Saúde (EPSJV-Fiocruz). Sua história remonta ao ano de 2005, quando concluímos um projeto integrado de pesquisa sobre a formação do cidadão produtivo e a cultura de mercado, com apoio CNPQ e FAPERJ, desenvolvido no NEDDATE – UFF, e continuamos a nos reunir para análise das políticas educacionais em curso, pautados por dois polos: o campo empírico do trabalho, da educação e da saúde, e o campo teórico com base na crítica à economia política e na historicidade pela qual a teoria se produz.
Constituiu-se em rede com os Grupos “Trabalho e Educação” (PPG-Ed/UFF), “Trabalho, Formação Humana e Políticas Públicas” (PPFH/UERJ) e “Trabalho e Educação Profissional em Saúde” (EPSJV-Fiocruz). Além das publicações impressas, na forma de livros, artigos, entrevistas, e áudio-visuais, o Grupo realiza todos os anos, Seminários Temáticos, onde os participantes e professores convidados apresentam seus trabalhos de pesquisa, o que tem resultado em coletâneas de artigos. A interlocução teórica com outros pesquisadores e o intercâmbio com outras instituições expressam-se através de parcerias nacionais e internacionais, a saber, com instituições federais (UFRGS, UFRJ, UFTPr, USP, UFPA, UFPE, IFRN, CEFET-RJ) no Brasil; com a Faculdade de Psicologia e Ciência da Educação da Universidade de Lisboa e a Faculdade de Ciências da Educação da Universidade de Traz-os-Montes e Alto Douro, em Portugal; com a Universidad Pedagógica Nacional, no México; com a Univerdad del Trabajo, no Uruguai; com a Universidad de Buenos Aires, na Argentina. Tem também interfaces permanentes com sindicatos, movimentos sociais, entidades da sociedade civil e associações científicas, tendo os programas de pós-graduação do Grupo (UFF e UERJ) como sócios institucionais da Associação de Pós-graduação e Pesquisa em Educação (ANPED) e do Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales (CLACSO), e da EPSJV-Fiocruz como sócio institucional da Associação Brasileira da Saúde Coletiva (ABRASCO).
A relação entre as atividades do grupo e as pesquisas realizadas de dá especialmente pela contribuição teórica e metodológica que os estudos e debates fornecem às respectivas pesquisas. Atualmente, além das pesquisas dos coordenadores do grupo, uma pesquisa interinstitucional está em andamento, cujos resumos serão apresentados a seguir. 1) Ofertas Formativas e Características Regionais: a Educação Básica de Nível Médio no Estado do Rio de Janeiro. 2013-atual; 2) Os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia e sua relação com o ensino médio integrado e o projeto societário e de desenvolvimento (2003-2010). 2011 – Atual; 3) A historiografia em trabalho e educação e o pensamento crítico - como se escreve a história da Educação Profissional. 2013 – Atual; 4) Historiografia em Trabalho e Educação - Como se contróem as categorias. 2008 – Atual; 5) Saberes, Competências e Cultura Profissionais dos Trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS): o processo de reconstrução do conhecimento na relação Trabalho e Educação; 6) Formação integrada e política científico-tecnológica no estado do Rio de Janeiro: como se articula a exigência de elevação do patamar de escolaridade ao desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação na oferta de cursos de nível médio das redes federal; 7) Escolarização e diferenciação formativa no estado do Rio de Janeiro: reconfigurações em curso na oferta e nas condições de formação escolar básica. 2012

GRUPO DE PESQUISAS SOBRE TRABALHO E SOCIEDADE (GTPS)
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO (UFRRJ)

Coordenador: Prof. Dr. José dos Santos Souza

Fundado em junho de 2006, o GTPS é um grupo de pesquisas do Programa de Pós-Graduação em Educação, Contextos Contemporâneos e Demandas Populares (PPGEduc), vinculado ao Departamento de Educação e Sociedade do Instituto Multidisciplinar da UFRRJ que congrega docentes, alunos de graduação e de pós-graduação – internos e externos à instituição – que investigam as formas contemporâneas de organização do trabalho e gestão da produção, as relações sociais de produção, as formas de organização e ação coletiva dos trabalhadores; a história social do trabalho; a relação entre trabalho, educação e políticas públicas.
A categoria "Trabalho" é o elemento aglutinador das diferentes atividades de pesquisa do GTPS. Sua missão é oferecer a pesquisadores de diversas áreas de conhecimento um ambiente profícuo para a articulação de reflexões e produções de conhecimento sobre o trabalho, não só na sua dimensão econômica, mas sociológica, política e cultural.
Suas linhas de pesquisa, são:
I. Trabalho e Educação: investiga as transformações nas forças produtivas e nas relações de produção e seu impacto na qualificação do trabalhador e nas políticas públicas para a educação; analisa as relações econômicas, políticas e sociais entre o trabalho e a educação; investiga as ações e formulações no campo da educação profissional de nível básico, técnico e tecnológico e suas implicações nas relações de poder. Principal projeto de pesquisa em andamento: “Mediações entre a escola e o mundo do trabalho na formação de técnicos de nível médio”.
II. Trabalho Docente: investiga o trabalho docente no contexto da organização do trabalho pedagógico em instituições públicas e privadas, escolares e não escolares; investiga as condições do trabalho docente; investiga as formas que assumem as políticas de qualificação docente inicial e continuada na atualidade; investiga os fatores que afetam a constituição da identidade profissional do trabalhador docente. Principal projeto de pesquisa em andamento: “Flexibilização, Produtivismo e Competitividade na Gestão do Trabalho Educativo das Instituições da Rede Estadual de Ensino do Rio de Janeiro: facetas atuais do gerencialismo na educação”.
III. Políticas Públicas de Trabalho, Qualificação e Geração de Renda: investiga a dinâmica e tendências das políticas públicas de trabalho e renda na atualidade; investiga o impacto socioeconômico das políticas públicas de trabalho e renda e suas implicações nas relações de poder na sociedade; investiga as implicações político-ideológicas das ações públicas na área de trabalho, de qualificação e de geração de emprego e renda. Principal projeto de pesquisa em andamento: “Trabalho, Juventude e Qualificação Profissional”.
Além dos projetos principais, há outros projetos em andamento no âmbito do GTPS, são eles: a) “Diálogo social como estratégia de reordenamento das relações de poder no estágio atual do capitalismo monopolista”; b) “Gestão do Trabalho e do Conhecimento como Estratégia Capitalista de Controle do Trabalho Docente”; c) “Qualificação de professores no Brasil: o PARFOR na UFRRJ”; d) “Docentes sem classe: o trabalho de pedagogos em instituições de ensino superior”; e) “Concepções e práticas de estágio supervisionado no campus Duque de Caxias do Instituto Federal do Rio de Janeiro”; f) “Concepções e práticas educativas do Estágio Curricular da Escola Técnica Juscelino Kubitschek”.

TRABALHO, EDUCAÇÃO E CONHECIMENTO
UFRGS, UNISINOS, UNISC, UFMG, UFF, UEMG, UFPEL, UFMT.
Coordenadores: Maria Clara Bueno Fisher (UFRGS) e Ana Claudia Ferreira Godinho (UEMG)
O Grupo de Pesquisa “Trabalho, Educação e Conhecimento”, com registro no diretório do CNPq, reúne pesquisador@s de várias universidades do país. Foi criado em 2008 com o objetivo de aprofundar investigações sobre as interfaces entre diferentes experiências de trabalho, educação e conhecimento, incorporando a temática das relações de gênero, além de destacar os saberes produzidos pel@s trabalhador@s, seja na atividade de trabalho, seja em contextos escolares de EJA. Destacam-se como produtos coletivos do grupo: a realização – desde 2006 - de Jornadas sobre Produção e Legitimação de Saberes para e no Trabalho, com o objetivo de aprofundar as temáticas e referenciais teóricos utilizados nas pesquisas que integram este grupo (cinco edições já ocorreram); a participação e colaboração em projetos de pesquisa e em bancas de avaliação de pesquisas de mestrado e doutorado orientadas pel@s pesquisador@s do grupo; e a organização de três dossiês temáticos sobre “Saberes do Trabalho”. Os dossiês foram publicados em dois números da revista Educação Unisinos (2006; 2009) e no periódico Trabalho & Educação (2013), com produções científicas de membros do grupo.
Pesquisas em andamento: 1) Trabalho, educação e produção associada: fios do econômico e do cultural na tessitura de relações sociais não capitalistas; 2) Trabalho e educação: a produção associada como categoria histórica; 3) Formação de adultos para e no trabalho associado: atividade de trabalho, profissão e biografias; 4) Trajetorias, saberes e identidades profissionais; 5) Gerenciar, criar e produzir: o educativo de um ateliê de tecelagem; 6) Tecnologia e educação: o artesanato, as mulheres e a busca por dignidade e reconhecimento; 7) Representações de gênero de pessoas idosas: memórias de formação, aprendizagens e auto(biografias); 8) Estudo sobre a evasão no ensino médio e superior, no município de São Leopoldo RS; 9) Práticas educativas dos trabalhadores de enfermagem do Hospital Santa Cruz: classe, cultura e formação nas relações entre objetividade e subjetividade; 10) A experiência entre o industrioso e o linguístico: produção, formalização e validação de saberes sobre/do trabalho; 11) As possibilidades teórico-metodológicas e políticas do PROEJA-FIC para mulheres da periferia urbana de Porto Alegre (RS-Brasil): estudos para a elaboração de uma proposta de formação profissional em estética feminina negra; 12) Confrontação de saberes na experiência escolar de estudantes trabalhadores.

GRUPO DE PESQUISA EM TRABALHO-EDUCAÇÃO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL – GPTEEA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO DE JANEIRO – IFRJ
COORDENADOR: ALEXANDRE MAIA DO BOMFIM

Quando nosso grupo foi formado, na semana de meio de ambiente de 2009, tínhamos a intenção de dar continuidade a nossas pesquisas ao mesmo tempo em que pudéssemos dar suporte a discentes (alguns orientandos) da graduação até pós-graduação stricto sensu em seus estudos e investigações, até à confecção de trabalhos de fim de curso e dissertações. Considerando nossa história de formação na área de “Trabalho e Educação”, a vocação de nosso Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFRJ) à Educação Tecnológica e nossas últimas linhas de investigação em Educação Ambiental (EA), instalamos o “Grupo de Pesquisa em Trabalho-Educação e Educação Ambiental” (GPTEEA) do IFRJ.
O objetivo, internamente ao Instituto, foi o de constituir “massa crítica” que pudesse aos poucos construir uma teorização e perspectivas de ação sobre a interseção entre as demandas da educação para o trabalhador considerando o meio ambiente. Em nossa trajetória, a questão ambiental acabou nos tomando mais, certamente porque o GPTEEA também está atrelado ao Programa de Pós-graduação em Ensino de Ciências (Propec) do IFRJ, curso com características e discentes com um perfil mais próximo das Ciências Naturais. Assim, o apelo maior foi o de estudar as questões relacionais ao meio ambiente. Não obstante, sempre fizemos esses estudos numa perspectiva mais ligada às Ciências Sociais, sob a perspectiva do trabalho, exatamente para contribuir a partir daí. Embora nossos estudos tenham se concentrado no aspecto educacional da Questão Ambiental, nunca ficaram circunscritos exclusivamente ao interior da educação formal. Fomos tentando sempre imprimir um diálogo entre a educação e o restante da sociedade. Fomos estudar itens da legislação, gestão e política ambientais; as unidades de conservação; aspectos filosóficos, antropológicos, econômico-sociais da temática; mídia, história, etc. E o que foi ficando cada vez mais evidente era a necessidade de fazer valer a Educação ambiental Crítica (EA-Crítica) confrontando-a aos aspectos mais amplos da sociedade atual.
Com essa compreensão chegamos, no GPTEEA, que seria necessário se debruçar mais num estudo panorâmico, sobre a realidade econômica mais recente e suas implicações para a Questão Ambiental. Num primeiro momento, seria teorizar sobre o desenvolvimentismo (com seu atrelamento ao consumismo) e suas implicações sobre o meio ambiente. A originalidade dessa parte estaria na abordagem, que seria uma comparação entre o desenvolvimentismo empresarial (ou de direita) com o (neo)desenvolvimentismo do trabalho (ou de esquerda).
Para a Educação Ambiental que se propõe Crítica, denunciar as mazelas humanas que aparecem com a degradação ambiental e atrelá-las à sociedade consumista e desenvolvimentista é algo que vai se constituindo (vai se militando) e vai se avolumando em teoria e prática, mas vai ficando insuficiente. Mesmo porque, até mesmo os meios que promovem o consumo com a educação conservadora podem identificar que há algum problema no consumismo. Mas, o grande desafio está noutro patamar: como construir uma crítica com potencial poder de transformação, quando o “consumismo” atrelado ao desenvolvimentismo se impõe a nós como algo indispensável e estruturante de nossa economia, de nosso trabalho e reprodução de nossas próprias vidas?

GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISA SOBRE TRABALHO E EDUCAÇÃO – GEPTE
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO – UFMT
Coordenador: Edson Caetano
O GEPTE foi criado em 2010. O Grupo está inserido na Linha de Pesquisa: Movimentos Sociais, Política e Educação Popular do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Federal de Mato Grosso. Desenvolvemos reflexões/pesquisas que se ocupam da produção associada da vida em comunidades tradicionais e os saberes da experiência, enquanto resistência ao novo, no campo da luta pela manutenção da cultura tradicional. A análise dos resultados se efetiva a partir do materialismo histórico, o que possibilita apreender os saberes da produção associada enquanto interface da constituição de uma nova cultura do trabalho.
Pesquisas em Andamento: 1) Trabalho e educação: a produção associada como categoria histórica. Analisa os nexos entre economia e cultura na tessitura das relações sociais não capitalistas, tomando como referência empírica, experiências de produção associada que se constituem e persistem no atual contexto da acumulação flexível; 2) O vir - a - ser da pedagogia da produção associada: saberes e experiência na comunidade da Morraria-MT. Pretende-se apreender, através da análise de experiências do trabalho associativo, as dimensões do trabalho como princípio educativo e os processos econômicos, produtivos e educacionais que permeiam essas relações; 3) Trabalho e educação: um olhar a partir economia popular. Tem por objetivo discutir sobre os camelôs e ambulantes e sua relação com o trabalho e a educação na perspectiva da experiência e da produção de saberes, buscando compreender a “sobrevivência” da Economia Popular frente à ordem do capital. 4) A experiência da produção da vida nas comunidades Chiquitano em Mato Grosso: cultura, saberes e resistência. Em meio a precarização da vida dos povos tradicionais na fronteira Brasil-Bolívia, buscamos compreender como ocorre a experiência da produção associada nas aldeias indígenas Chiquitano, localizadas na porção oeste do Mato Grosso; 5) Cultura do trabalho e sua relação com a produção da vida nas comunidades tradicionais de Mutum e Raizama em Jangada/MT. Objetiva compreender a cultura do trabalho (elementos materiais e imateriais), sua relação com a produção da vida e sua importância e significado para a formação da identidade local. 6) Relações de gênero em comunidades tradicionais de Mato Grosso: a produção associada da vida. Pretende compreender as relações de gênero construídas em três comunidades tradicionais de Mato Grosso, visto que nesses espaços se apresentam outras formas de produção da vida que não se valem dos princípios capitalistas; 7) Trabalho informal: saberes e experiências dos trabalhadores da associação matogrossense de artesãos. Objetiva identificar a produção de saberes e experiências cotidianamente utilizados para garantir a produção da vida material e imaterial dos trabalhadores da Associação Matogrossense de Artesãos (AMA).

Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Gestão Educacional, Trabalho e Educação (GEPGETE)
Universidade do Estado do Pará (UEPA)

Coordenadoras: Profa. Dra. Maria Auxiliadora Maués de Lima Araujo e Profa. M.Sc. Maria Rosana de Oliveira Castro

Grupo de Estudos e Pesquisas em Gestão Educacional, Trabalho e Educação, surgiu em 2011, com o objetivo de investir em pesquisas no campo das Políticas Públicas Educacionais, sobretudo, da organização e da gestão do trabalho, colocando-se como espaço formador de novos pesquisadores nesta área do conhecimento tendo a possibilidade de efetiva contribuição para a ampliação das ações formativas já desenvolvidas nesta Instituição e das ações voltadas para o fortalecimento da educação no seio das redes públicas de ensino. Desde 2011, o Grupo vem desenvolvendo projetos de Pesquisa e Extensão, dando destaque para os projetos de Extensão aprovados através das chamadas do Programa Campus Avançado da Pró-Reitoria de Extensão da UEPA, sendo eles: “A Gestão Democrática como Instrumento de Transformação das Práticas Escolares: O papel do gestor em foco” (2011), “A Gestão Democrática como Instrumento de Transformação das Práticas Escolares: Parceria entre Escola e Sociedade” (2012), “Trilhas para uma trajetória Acadêmico-Científica” (2013). Outros projetos que merecem destaque nas atividades do Grupo são dois projetos aprovados através do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), da Coordenação de aperfeiçoamento de Pessoal de Nível superior (CAPES) sendo eles: “Aperfeiçoamento e qualificação das Práticas Pedagógicas de professores para atuação na Educação Básica”, projeto aprovado em 2012, atuando com alunos do Curso de Pedagogia da UEPA, atuando nas Escolas Municipais de Ensino Fundamental Guilherme de La Roque e Cicera Lima do Nascimento, ambas no Município de Igarapé-Açu e o Projeto: “A didática como instrumento de aperfeiçoamento e qualificação das Práticas Pedagógicas de professores para atuação na educação Básica ampliando horizontes”, atuando nas Escolas de ensino Médio Profª Maria Ione Henrique e José Elias Emin, também no Município de Igarapé-Açu, possuindo 20 bolsistas do curso de Licenciatura Plena em Pedagogia. Além das atividades desenvolvidas exclusivamente pelo Grupo, o mesmo também desenvolve trabalhos de pesquisa e Ensino com outros grupos, entre eles: Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Trabalho e Educação (GEPTE), Observatório de Gestão Escolar Democrática (OBSERVE), ambos da Universidade Federal do Pará.

Trabalho, Educação e Tecnologias Sociais - TRETS. http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/
Instituto Federal do Paraná - IFPR
Coordenação: Prof.ª Dr.ª Sandra Terezinha Urbanetz e Prof.ª Ms. Rosangela Gonçalves de Oliveira

O Grupo existe desde o final de 2011 e possui 2 linhas de pesquisa: Educação Profissional e Políticas Públicas. As pesquisas em andamento são:

Linha Educação Profissional: 1) Mapeamento de oferta de cursos na modalidade EaD dentro da Rede e-Tec Brasil; 2) O trabalho pedagógico desenvolvido nos cursos na modalidade EaD do IFPR; 3) Perfil do estudante da EaD do IFPR; Indicadores de qualidade da formação dos profissionais técnicos em hospedagem na modalidade EaD; 4) O estágio não obrigatório da EAD do IFPR enquanto oportunidade de inserção no mundo do trabalho; 5) Mapeamento da oferta de cursos técnicos em guia de turismo e a atuação profissional do egresso; 6) A ação do tutor nos cursos técnicos ofertados na modalidade a distância no IFPR.

Linha Políticas Públicas: 1) Performance deliberativa nas cortes constitucionais; 2) Contrato administrativo como instrumento de governo

Como resultado e atividade integrada do Grupo, temos um estágio pós doutoral realizado, três professores em doutoramento, a publicação de artigo e a finalização da pesquisa de mapeamento dos cursos técnicos ofertados na modalidade a distância dentro da rede e-Tec Brasil. Além disso foram utilizados materiais produzidos pelos alunos nos livros dos cursos técnicos em Pesca e Aquicultura. Além disso, já temos as primeiras amostragens de processos avaliativos em cursos técnicos em hospedagem na modalidade em EaD e definição de indicadores preliminares: adesão dos estudantes aos cursos, expectativas de aprendizagem dos alunos, expectativa de empregabilidade dos alunos. Foram realizadas capacitações sistemáticas de professores e tutores e atualmente estamos com quatro alunos em orientação de Trabalho Final de Curso de Pós-Graduação.

Subjetividade – NETSS CNPQ. Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil
http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/4890018373553545
Unicamp, Faculdade de Educação
UFSCar, Centro de Educação e Ciências Humanas, Departamento de Educação

Coordenadores: Profº Drº Evaldo Piolli e Profº Drº José Roberto Montes Heloani
O NETSS foi criado em 2013 por Professores da Faculdade de Educação da Unicamp, Departamento de Políticas, Administração e Sistemas Educacionais (DEPASE) e da Universidade Federal de São Carlos, Departamento de Educação. Esse grupo de pesquisa volta-se para temas de investigação que privilegiam a articulação entre educação, trabalho e adoecimento, concebendo o processo saúde-doença como dinâmico e multideterminado. Dada a estreita interdependência entre as condições de vida, trabalho, saúde e educação, as pesquisas e intervenções neste âmbito guardam forte vocação transdisciplinar, com ênfase nos fatores socioculturais imperativos para a compreensão dos aspectos psíquicos envolvidos em tal processo. Em termos teóricos, privilegia contribuições provenientes das ciências sociais atentas à problemática da psicologia social crítica, da psicodinâmica do trabalho e da sociologia do trabalho.
Atualmente, são os seguintes os principais Temas de Pesquisa: Identidade e Trabalho; Trabalho docente e precariedade objetiva e subjetiva; Trabalho e Subjetividade e Feminismo, Educação e saúde.

Publicações do GT
Documentos

Documentos GT 9

Relatório I INTERCRÍTICA (http://www.anped.org.br/app/webroot/files/file/textosgt09anped2012/SAVIA...)

GT09 – Trabalho e Educação
Memórias dos Debates sobre as Diretrizes.
http://forumeja.org.br/node/2266

VI MOSTRA de VÍDEOS-DOCUMENTÁRIOS sobre TRABALHO-EDUCAÇÃO e IV sobre TEMÁTICAS AFINS - 35a Reunião Anual da ANPED.
Exibição e Debate
VI MOSTRA de VÍDEOS-DOCUMENTÁRIOS sobre TRABALHO-EDUCAÇÃO e IV sobre TEMÁTICAS AFINS

Coordenação:
Profs. Drs. MARIA CIAVATTA / UFF / UERJ e RAMON DE OLIVEIRA / UFPe

Introdução – O que é a Mostra

Em 2007, realizamos a I Mostra de Vídeos Documentários sobre Trabalho e Educação do GT TE. Em 2009 e 2010 iniciamos a exibição de Temáticas Afins com a participação de colegas dos GTs Comunicação, Educação Ambiental, Gênero e Educação de Jovens e Adultos. Em 2011 pudemos ampliar o número de vídeos exibidos e, principalmente, tivemos tempo para debate do vídeo, como linguagem áudio-visual, e de seus temas como leituras da produção da existência humana no mundo atual ( oito DVDs foram exibidos e debatidos em dois dias, 4ª. e 5ª. feira, com a duração total de seis horas, 10 às 13 horas).
O interesse científico-acadêmico da RA da Anped e a área de conhecimento do GT Trabalho e Educação nos leva a trabalhar com documentários que, como diz o nome, documenta fatos que são tidos como verdadeiros. Mas a mente humana não trabalha em um único registro, a razão e suas possíveis verdades. A forma e o sentido da atividade documental tem imbricadas a emoção, a beleza, a ética, a política. Um de seus expoentes, Bill Nchols assim se expressa sobre o caráter representativo dos documentários e como eles tangenciam a ficção:
Os documentários de representação social são os que normalmente chamamos de não-ficção. Esses filmes representam de forma tangível, aspectos de um mundo que já ocupamos e de que compartilhamos. Tornam visível e audível, de maneira distinta, a matéria de que é feita a realidade social, de acordo com a seleção e a organização realizadas pelo cineasta. Expressam nossa compreensão sobre o que a realidade foi e o que poderá vir a ser. Esses filmes também transmitem verdades, se assim quisermos (Bill Nichols).[1]

Entre os brasileiros que estudam o tema, Arlindo Machado, analisando a transformação do vídeo da imagem fotoquímica para a imagem eletrônica, destaca como se acentua a metamorfose da imagem, sua pulverização em centenas de linhas luminosas (no caso do vídeo analógico) e de milhares de pontos elementares de cor chamados pixels (no caso do vídeo digital):
Ao contrário de todas as imagens anteriores, que correspondiam sempre a uma inscrição no espaço, à ocupação de um quadro, a imagem eletrônica é mais propriamente uma síntese temporal de um conjunto de formas em mutação (...).Pode-se nela intervir infinitamente, subverter seus valores cromáticos, inverter a relação figura e fundo, tornar transparentes os seres representados (...). ela se definirá como uma retórica da metamorfose: em vez da exploração da imagem consistente, estável e naturalista da figura clássica, ela se definirá na direção da distorção, da desintegração das formas, da instabilidade dos enunciados e da abstração como recurso formal. [2]

Para nós que lidamos com uma área decisiva na produção da vida e da dignidade humana, o trabalho e a educação, o autor tem um alerta para a leitura da realidade com esta forma de expressão: Para se avaliar corretamente a contribuição do vídeo para uma leitura crítica do Brasil seria necessário identificar a natureza do olhar diferenciado que ele lança sobre o país e sobre o seu povo.[3]
Destaca ainda as novas tendências de dar a voz aos sujeitos gravados em vez de tentar explicar quem são, o que pensam. Menos do que dizer a verdade sobre o outro, revelá-lo, traduzi-lo aos nossos cânones de inteligibilidade, importa desenvolver novas capacidades de criar novos processos de relação entre as partes em questão. O que nos remete à leitura crítica e contextualizada também da fotografia e de outros textos (escritos e orais): quem produz o vídeo, quem é o sujeito que fala, com que finalidade, quem se apropria dele, qual seu uso, para que serve? Este é o papel ineliminável, em uma mostra como esta, da reflexão e do debate sobre a realidade apresentada na imagem.
Simultaneamente, coloca-se a questão educacional, não apenas pela universalização progressiva da linguagem audiovisual, principalmente entre os jovens, e seu poder educativo que ainda está para ser devidamente estudado e avaliado na produção de uma “nova” sociabilidade, de “novos” seres humanos. No campo Trabalho e Educação, acrescenta-se a percepção aguda da sociabilidade capitalista, da vida precarizada no trabalho e mercantilizadas em suas expressões materiais e ideológicas, no consumo fácil e irresponsável, na destruição da natureza e dos meios de vida das gerações futuras.

Tema: HISTÓRIA E FICÇÃO: onde fica o TRABALHO e a EDUCAÇÃO ?

PROGRAMAÇÃO

3ª. feira, 23/10 – de 10:00 às 13:00 horas

Precarização do trabalho x organização dos trabalhadores

1. “Jovens do Palácio” (25´) de Paulo Carrano / UFF
O filme é um diálogo de pesquisa com três jovens com idades entre 20 e 24 anos, moradores de uma comunidade de favela, o Morro do Palácio, Niterói, RJ. Os jovens desenham mapas de seus percursos e redes de relacionamentos na cidade, narram cotidianos, histórias de vida e expectativas de futuro.

2. “Conflito” (25´) do Prof. Dr. Beto Novaes / UFRJ

O vídeo foi montado a partir das filmagens realizadas pelos trabalhadores com seus celulares. Levanta a questão do pagamento dos direitos na luta dos trabalhadores descontentes com as condições de alojamento e de trabalho em uma usina de açúcar no interior de São Paulo.

Debatedora: Profa. Dra. Georgia Sobreira Cêa / UFAL (a confirmar)

4ª. feira, 24/10 – de 10 às 13 horas

Vida e trabalho sob o sistema capital

1. “Território de sacrifício ao Deus do Capital: o caso da Ilha da Madeira” (20´), Direção de Fabiana Melo de Souza / EPSJV – Fiocruz

Documentário produzido pela equipe do projeto de pesquisa ‘A construção compartilhada de cenários exploratórios e prospectivos entre atores envolvidos em conflitos socioambientais – o caso do passivo ambiental da Companhia Mercantil e Industrial Ingá’,

2. “O alienado” (12´) - Realizado como produto final do Trabalho de Integração (TI) da Introdução à Educação Politécnican / EPSJV-Fiocruz

O vídeo mostra Abel Venâncio, um técnico de laboratório, contando sua história e sua rotina de trabalho. Enquanto apresenta sua vida, são apresentadas também as condições precárias de trabalho de Abel e como sua rotina familiar e pessoal são afetadas por aquilo sem que ele perceba. Abel se torna cada vez mais, então, um técnico alienado por seu trabalho.

3. “Casa de Correção” (17´) – de Elionaldo Fernandes Julião / UFF

Fruto de uma pesquisa realizada no primeiro presídio brasileiro localizado na Rua Frei Caneca, Rio de Janeiro, o documentário resgata a história da experiência de educação desenvolvida no sistema penitenciário e tem como objetivo discutir o papel da educação na política de execução penal.

Debatedor – Profa. Dra. Maria Clara Bueno Fischer/UFRGS (a confirmar)

[1] Nichols, Bill. Introdução ao documentário. Campinas: Papirus, 2005, p. 26-7.
[2] Machado, Arlindo (org.). Made in Brasil. São Paulo: Itaú Cultural, 2003, p.24.
[3] Op. cit., p. 29.

Coordenação:
Profs. Drs. MARIA CIAVATTA / UFF / UERJ e RAMON DE OLIVEIRA / UFPe

Introdução – O que é a Mostra

Em 2007, realizamos a I Mostra de Vídeos Documentários sobre Trabalho e Educação do GT TE. Em 2009 e 2010 iniciamos a exibição de Temáticas Afins com a participação de colegas dos GTs Comunicação, Educação Ambiental, Gênero e Educação de Jovens e Adultos. Em 2011 pudemos ampliar o número de vídeos exibidos e, principalmente, tivemos tempo para debate do vídeo, como linguagem áudio-visual, e de seus temas como leituras da produção da existência humana no mundo atual ( oito DVDs foram exibidos e debatidos em dois dias, 4ª. e 5ª. feira, com a duração total de seis horas, 10 às 13 horas).
O interesse científico-acadêmico da RA da Anped e a área de conhecimento do GT Trabalho e Educação nos leva a trabalhar com documentários que, como diz o nome, documenta fatos que são tidos como verdadeiros. Mas a mente humana não trabalha em um único registro, a razão e suas possíveis verdades. A forma e o sentido da atividade documental tem imbricadas a emoção, a beleza, a ética, a política. Um de seus expoentes, Bill Nchols assim se expressa sobre o caráter representativo dos documentários e como eles tangenciam a ficção:
Os documentários de representação social são os que normalmente chamamos de não-ficção. Esses filmes representam de forma tangível, aspectos de um mundo que já ocupamos e de que compartilhamos. Tornam visível e audível, de maneira distinta, a matéria de que é feita a realidade social, de acordo com a seleção e a organização realizadas pelo cineasta. Expressam nossa compreensão sobre o que a realidade foi e o que poderá vir a ser. Esses filmes também transmitem verdades, se assim quisermos (Bill Nichols).[1]

Entre os brasileiros que estudam o tema, Arlindo Machado, analisando a transformação do vídeo da imagem fotoquímica para a imagem eletrônica, destaca como se acentua a metamorfose da imagem, sua pulverização em centenas de linhas luminosas (no caso do vídeo analógico) e de milhares de pontos elementares de cor chamados pixels (no caso do vídeo digital):
Ao contrário de todas as imagens anteriores, que correspondiam sempre a uma inscrição no espaço, à ocupação de um quadro, a imagem eletrônica é mais propriamente uma síntese temporal de um conjunto de formas em mutação (...).Pode-se nela intervir infinitamente, subverter seus valores cromáticos, inverter a relação figura e fundo, tornar transparentes os seres representados (...). ela se definirá como uma retórica da metamorfose: em vez da exploração da imagem consistente, estável e naturalista da figura clássica, ela se definirá na direção da distorção, da desintegração das formas, da instabilidade dos enunciados e da abstração como recurso formal. [2]

Para nós que lidamos com uma área decisiva na produção da vida e da dignidade humana, o trabalho e a educação, o autor tem um alerta para a leitura da realidade com esta forma de expressão: Para se avaliar corretamente a contribuição do vídeo para uma leitura crítica do Brasil seria necessário identificar a natureza do olhar diferenciado que ele lança sobre o país e sobre o seu povo.[3]
Destaca ainda as novas tendências de dar a voz aos sujeitos gravados em vez de tentar explicar quem são, o que pensam. Menos do que dizer a verdade sobre o outro, revelá-lo, traduzi-lo aos nossos cânones de inteligibilidade, importa desenvolver novas capacidades de criar novos processos de relação entre as partes em questão. O que nos remete à leitura crítica e contextualizada também da fotografia e de outros textos (escritos e orais): quem produz o vídeo, quem é o sujeito que fala, com que finalidade, quem se apropria dele, qual seu uso, para que serve? Este é o papel ineliminável, em uma mostra como esta, da reflexão e do debate sobre a realidade apresentada na imagem.
Simultaneamente, coloca-se a questão educacional, não apenas pela universalização progressiva da linguagem audiovisual, principalmente entre os jovens, e seu poder educativo que ainda está para ser devidamente estudado e avaliado na produção de uma “nova” sociabilidade, de “novos” seres humanos. No campo Trabalho e Educação, acrescenta-se a percepção aguda da sociabilidade capitalista, da vida precarizada no trabalho e mercantilizadas em suas expressões materiais e ideológicas, no consumo fácil e irresponsável, na destruição da natureza e dos meios de vida das gerações futuras.

Tema: HISTÓRIA E FICÇÃO: onde fica o TRABALHO e a EDUCAÇÃO ?

PROGRAMAÇÃO

3ª. feira, 23/10 – de 10:00 às 13:00 horas

Precarização do trabalho x organização dos trabalhadores

1. “Jovens do Palácio” (25´) de Paulo Carrano / UFF
O filme é um diálogo de pesquisa com três jovens com idades entre 20 e 24 anos, moradores de uma comunidade de favela, o Morro do Palácio, Niterói, RJ. Os jovens desenham mapas de seus percursos e redes de relacionamentos na cidade, narram cotidianos, histórias de vida e expectativas de futuro.

2. “Conflito” (25´) do Prof. Dr. Beto Novaes / UFRJ

O vídeo foi montado a partir das filmagens realizadas pelos trabalhadores com seus celulares. Levanta a questão do pagamento dos direitos na luta dos trabalhadores descontentes com as condições de alojamento e de trabalho em uma usina de açúcar no interior de São Paulo.

Debatedora: Profa. Dra. Georgia Sobreira Cêa / UFAL (a confirmar)

4ª. feira, 24/10 – de 10 às 13 horas

Vida e trabalho sob o sistema capital

1. “Território de sacrifício ao Deus do Capital: o caso da Ilha da Madeira” (20´), Direção de Fabiana Melo de Souza / EPSJV – Fiocruz

Documentário produzido pela equipe do projeto de pesquisa ‘A construção compartilhada de cenários exploratórios e prospectivos entre atores envolvidos em conflitos socioambientais – o caso do passivo ambiental da Companhia Mercantil e Industrial Ingá’,

2. “O alienado” (12´) - Realizado como produto final do Trabalho de Integração (TI) da Introdução à Educação Politécnican / EPSJV-Fiocruz

O vídeo mostra Abel Venâncio, um técnico de laboratório, contando sua história e sua rotina de trabalho. Enquanto apresenta sua vida, são apresentadas também as condições precárias de trabalho de Abel e como sua rotina familiar e pessoal são afetadas por aquilo sem que ele perceba. Abel se torna cada vez mais, então, um técnico alienado por seu trabalho.

3. “Casa de Correção” (17´) – de Elionaldo Fernandes Julião / UFF

Fruto de uma pesquisa realizada no primeiro presídio brasileiro localizado na Rua Frei Caneca, Rio de Janeiro, o documentário resgata a história da experiência de educação desenvolvida no sistema penitenciário e tem como objetivo discutir o papel da educação na política de execução penal.

Debatedor – Profa. Dra. Maria Clara Bueno Fischer/UFRGS (a confirmar)

[1] Nichols, Bill. Introdução ao documentário. Campinas: Papirus, 2005, p. 26-7.
[2] Machado, Arlindo (org.). Made in Brasil. São Paulo: Itaú Cultural, 2003, p.24.
[3] Op. cit., p. 29.

Programação GT 09 35ª Reunião Anual da ANPED
Coordenadora: Maria Clara Bueno Fischer (UFRGS)
Vice-Coordenador: Ronaldo Rosas Reis (UFF)
Representantes no Comitê Científico: Sônia Maria Rummert (UFF) e Mauro Augusto Burkert Del Pino (UFPel)

Local: Hotel Armação – Convention Center 2 – Sala: Baobá 10

Segunda-Feira – 22 de Outubro

Horário
Atividade

08:00 – 13:00

Trabalho Encomendado

Título: Politecnia e formação integrada: confrontos conceituais, projetos políticos e contradições históricas da educação brasileira.

Autores: Dante Henrique Moura (IFRN), Domingos Leite Lima Filho (UTFP) e Mônica Ribeiro da Silva (UFPR).
Coordenação: Maria Clara Bueno Fischer (UFRGS)

Apresentação de Trabalhos

Título: A relação Educação e Trabalho: desafios teóricos na construção de um pensamento crítico.
Autora: Carmen Sylvia Vidigal Moraes (USP)

Coordenação: Iracy Picanço (UFBA)

13:00 – 14:30

Intervalo

14:30 – 18:00
Apresentação de Trabalhos
Título: O ensino médio integrado: a materialização de uma proposta em um instituto federal de educação, ciência e tecnologia.
Autores: Ana Paula Furtado Soares Pontes (UFPB)
Ramon De Oliveira (UFPE)

Título: O fetiche da tecnologia e a Educação Profissional Técnica de Nível Médio: tentativa de explicação do abandono escolar
Autor: Lucas Barbosa Pelissari (UFPR)

Título: Repensando a relação entre saúde, trabalho e educação e a formação do técnico de nível médio para a saúde pública.
Autora: Maria Alcina Gomes de Sousa Monteiro (UFU)

Título: Do ‘Training Within Industry’ (Twi) para os ‘Quatro Pilares’ De Delors: a relação histórica entre as tecnologias gerenciais e a educação
Autor: Rafael Rodrigo Mueller (UNESC e Centro Universitário Franciscano/PR)

Coordenação: Lucídio Bianchetti (UFSC)

18:00 – 19:00
Sessão de Pôsteres

Título: Inclusão no trabalho de PNEES: um estudo a partir da APAE de Barcarena-PA
Autora: Janete Benjamin (UFPA)

Título: A qualificação do trabalho na esfera da política pública brasileira para o setor petrolífero no Estado de Pernambuco.
Autora: Alexsandra Ramos dos Santos (UNICAMP)

19:00 – 21:00

Reunião GT Trabalho-Educação

Sessões Conversas
Colóquios
Reuniões de Intercâmbio Científico
Reuniões das Associações Científicas

Terça-Feira – 23 de Outubro

Horário
Atividade

08:00 – 10:00

Minicurso

Título: Trabalho, práxis e a construção da identidade teórico-metodológica do GT Trabalho e Educação.
Autor: Justino de Sousa Junior (UFC)

10:00 – 13:00

(VI) Mostra de Vídeos-Documentários sobre Trabalho-Educação e (IV) Temáticas Afins. Tema
História e Ficção: onde ficam o Trabalho e a Educação?
Coordenação: Maria Ciavatta e Ramon Oliveira –
Horário: 10h30 às 12h30

Sessões Especiais

13:00 – 14:30

Intervalo

14:30 – 18:00
Apresentação de Trabalhos

Título: Os sentidos do trabalho e os aspectos pedagógicos da relação trabalho-educação na prática educativa de professores de escolas de assentamentos do MST em Minas Gerais
Autora: Adilene Gonçalves Quaresma (UFMG)

Título: Educação e trabalho no MST: uma reflexão sobre autonomia na educação desde a experiência do PRONERA.
Autores: Rui Gomes de Mattos de Mesquita; Gustavo Gilson Sousa de Oliveira (UFPE).

Título: A escola e a exploração do trabalho infantil na fumicultura catarinense.
Autora: Soraya Franzoni Conde (UFSC)

Título: Trabalho, saberes sociais e identidade: a experiência de pescadores artesanais no estado do Pará.
Autores: Doriedson do Socorro Rodrigues e Ronaldo Marcos de Lima Araújo (UFPA)

Coordenação: Georgia Sobreira dos Santos Cêa (UFAL)

18:00 – 19:00
Conferência
Lançamento de Livros

19:00

Assembleia Extraordinária
 

Quarta-Feira – 24 de Outubro

Horário
Atividade

08:00 – 10:00

Minicurso
Título: Trabalho, práxis e a construção da identidade teórico-metodológica do GT Trabalho e Educação.
Autor: Justino de Sousa Junior (UFC)

10:00 – 13:00

(VI) Mostra de Vídeos-Documentários sobre Trabalho-Educação e (IV) Temáticas Afins.
Tema: História e Ficção: onde ficam o Trabalho e a Educação?
Coordenação: Maria Ciavatta e Ramon Oliveira
Horário: 10h30 às 12h30

Sessões Especiais

13:00 – 14:30

Intervalo

14:30 – 18:00
Apresentação de Trabalhos

Título: O trabalho e o lazer como unidade dialética no processo de humanização
Autores: Maria Eliza Mattosinho Bernardes
Sueli Mara de Oliveira (USP)

Título: Cursos superiores de tecnologia: indicações de como se expande a Educação Superior no Brasil
Autora: Marisa Brandão Rocha (CEFET/RJ)

Título: MERCOSUL Educacional: a contrarreforma silenciosa da Educação Superior
Autora: Zuleide Simas da Silveira (CEFET/RJ)

Coordenação: Marileia Maria Silva (UDESC)

Sessão de Pôsteres no GT

18:00 – 20:00

Reunião GT Trabalho-Educação

18:00 – 20:00
Sessões Conversas
Colóquios
Reuniões de Intercâmbio Científico
Reuniões de Associações

20:00
Assembleia Ordinária